O desalento chegou cedo. Bolsonaro tem pior avaliação desde a redemocratização por ALEXANDRE PIÚTA - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

O desalento chegou cedo. Bolsonaro tem pior avaliação desde a redemocratização por ALEXANDRE PIÚTA


por Alexandre Piúta

Duas pesquisas, uma do Datafolha e outra do Vox Populi, expressaram o nível de insatisfação com o governo que acaba de fazer 100 dias. É verdade que é muito cedo para qualquer conclusão sobre o que será o governo que tomou posse em janeiro.

O Datafolha mostra que 30% dos brasileiros consideram o governo ruim ou péssimo, os que acham o governo bom e ótimo, são 32%.  Outros 33% consideram regular, ou seja, 63% das pessoas já desaprovam o atual governo.

A pesquisa do Vox Populi, desta segunda, 08.04, traz dados também desalentadores para o governo com relação à Reforma da Previdência. Ela mostra que 65% entrevistados se dizem contra a proposta de reforma do governo. No Nordeste o índice de rejeição é ainda mais alto, chegando a 67% de reprovação.

 Os dados falam por si. A Reforma da Previdência, que unifica o setor empresarial, que deseja diminuir direitos sociais como complemento da Reforma Trabalhista, faz com esse segmento faça cara de paisagem para os desvarios do governo, pensando que seria fácil aprovar nova tunga no bolso na parcela que menos tem. 

Nem mesmo os milhões em gasto com propaganda e posição única dos meios de comunicação, foi capaz mudar a percepção da população, que continua contra o projeto.

As pesquisas confirmam apenas o que é perceptível, já que o Governo Bolsonaro desde o início se mostra incapaz de apresentar propostas factíveis para o país. Revela-se a cada dia como um grupamento de pessoas sem condições de intender os problemas de uma nação do tamanho da nossa. 

E, em vez de trabalhar, o Presidente, filhos e ministros dedicam a maior parte do tempo à provocação e desrespeito ao povo.

O governo, por sua vez, se apequena no cenário internacional, com posições desastrosas e reprovadas por governos e instituições, como aconteceu recentemente no Chile, ao elogiar o ditador Pinochet e ouvir em seguida que o governo daquele país não concordava com a declaração ou reação como a da Alemanha que rechaçou a ideia de malucos que posam atualmente de ministros de Estado e do próprio Presidente de que o holocausto foi coisa da esquerda.
              
O presidente, que deveria governar e apresentar saídas para a crise econômica do país, prefere “twittar” diariamente, situação que tem levado a muitos, que embarcaram na aventura de um governo sem qualquer preparo, a entrarem num período de desalento, enquanto outros já mostram claramente a insatisfação e decepção.

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