O CAMINHO QUE NOS LEVA AO SECADOR DE CAFÉ E A CAVERNA DO DEDA EM SERRA NEGRA/PE - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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terça-feira, 9 de abril de 2019

O CAMINHO QUE NOS LEVA AO SECADOR DE CAFÉ E A CAVERNA DO DEDA EM SERRA NEGRA/PE

A região de Serra Negra é um lugar diferente. O clima típico do agreste pernambucano, dias quentes e noites frias, dão à região distintas atrações. O parque ecológico encontra-se um pouco afastado do distrito, mas, em todo o seu percusso a vegetação é intocável.

Antes de percorrer os 300 metros para chegar na Caverna do Deda, fizemos aquela pausa depois de uma caminhada de 3,5 km. Um trecho moderado que se faz em até 50 minutos.

Para saber mais sobre a história da Caverna do Deda, conversei com o senhor João Laurentino, filho do (falecido) Deda Laurentino e neto do major Manuel Laurentino que deu início a história do lugar.

Para ter acesso a Caverna do Deda você paga um valor de R$ 5,00 por pessoa. Como a caverna fica numa área privada, há sempre pessoas recebendo os visitantes. Do povoado de Serra Negra até esse local você percorre por uma estrada de muito cascalho e tem pelo menos três ladeiras muito íngremes. Mesmo assim, a trilha tem nível moderado. Se você optar ir de carro, não tem problema, a estrada oferece condições de trafegabilidade, o tempo que você leva para chegar a caverna é em torno de 20 minutos.


Construído há mais de 100 anos o "secador de café" construído pelo major Manuel Laurentino está intacto. O piso de tijolo cru está do mesmo jeito de quando foi construído, fruto da preservação histórica do local. Dos 25 filhos, 14 estão vivos, mas, 02 comandam a área de reserva ecológica.

O major Manuel Laurentino que era um produtor de café e banana, construiu um secador de café que ao passar dos anos se tornou num bar para receber amigos e familiares. Passados 100 anos da construção do secador de café, no ano de 1957 o ambiente passou por uma reforma.

A fazenda que fica abaixo da caverna fica numa área de vegetação para a criação de gado leiteiro de corte. Há uma área reservada para o plantio de Pau-Brasil e demais árvores frondosas que se adaptam ao clima de brejo de altitude.

Com fraca sinalização e um centro de atendimento ao turista, esse é um dos pontos negativos em Serra Negra, seja para quem quer realizar trilhas no parque ecológico ou para as cavernas locais.

Quem deseja fazer a trilha à pé (recomendável), o visitante poderá encontrar, além das rochas, uma apreciação espontânea da flora da região que é bem característica. 

Chegando na Caverna do Deda há uma área de reflorestamento de Pau-Brasil construída pelo senhor João Laurentino, neto do major Manuel Laurentino falecido no século XIX.

Quando se sai da estrada principal que da acesso a fazenda da Caverna do Deda, você entra num cercado e sobe uma ladeira de 350 metros de comprimento e uma altitude de 450 metros, mas, quando se passa por dentro da caverna e chega no mirante a altitude dobra.

Quando se chega na caverna você não quer sair logo, aliás, tem mais que curtir as belezas do bioma. Para relaxar, tem um balanço que todos usam e pode sentir o ar puro entrar entrando pelo nariz.

Quando vamos subindo rumo ao cume da Caverna do Deda vamos visualizando essa cordilheira... Lá no fundo esta a cidade de Gravatá.

A folhagem que cai das árvores formam um tapete que se mistura com as rochas graníticas que ficam em frente a entrada da Caverna do Deda.

Se há fato negativo num lugar assim, podemos ver que não se dá atenção devida pelas autoridades locais, ao que faz deduzir que também não há investimento em estudos. No entanto, o lugar é realmente muito lindo. As rochas, marcantes na paisagem, criam um relevo a nível micro e macro.
Mas vale apena conhecer essa região...

AGUARDE A PRÓXIMA POSTAGEM...

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