'Retrocesso', dizem naturistas sobre proposta de proibir nudismo em praia de Balneário Camboriú

Claudio André O Poeta, no encontro dos rios Salgado e Traipu

A Federação Brasileira de Naturismo (FBRN) se manifestou sobre o projeto de lei protocolado em Balneário Camboriú, no Litoral Norte catarinense, que pode discutir a proibição da prática de nudismo na Praia do Pinho. Segundo disse a presidente da entidade, Paula Silveira, na terça-feira (26), a mudança representaria "um retrocesso" à comunidade.

A praia é frequentada por praticantes de naturismo há 40 anos e é considerada a primeira de nudismo brasileira, segundo a prefeitura.

"[A mudança] significaria um retrocesso e demonstraria preconceito para com os naturistas. A justificativa do vereador se baseia na insegurança do local. Segurança pública não é competência do cidadão, é competência do poder público", defendeu Silveira.

O projeto de lei foi protocolado pelo vereador Anderson dos Santos (Podemos) em 15 de julho. Na justificativa, o parlamentar diz que a praia se transformou em um espaço de “promiscuidade exacerbada” ao se tornar cenário para uso de drogas 

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