Bolsonaro quer dar embaixada nos EUA como presente de aniversário ao filho Eduardo (por Piúta) - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Bolsonaro quer dar embaixada nos EUA como presente de aniversário ao filho Eduardo (por Piúta)

Bolsonaro quer dar embaixada nos EUA como presente de aniversário ao filho Eduardo

Alexandre Piúta - Escritor

Por Piúta
No dia em que o filho, Eduardo Bolsonaro, fez 35 anos o seu pai, Presidente Jair Bolsonaro, anunciou o presente que pretende dar a ele: a embaixada do Brasil nos EUA.
O Brasil não é uma republiqueta nem uma dinastia. A ideia de nomear o filho para a embaixada mais importante do mundo é um ato de nepotismo. Isso, mais o fato de que o filho do Presidente não preenche qualquer qualificação para o cargo. Eduardo Bolsonaro também não tem experiência para o cargo que o pai lhe quer dar. 
Assar hamburguer não é preparo para ser embaixador. A piada de que fez intercâmbio para melhorar o inglês também não é experiência. O frio que passou no estado americano do Mayne, muito menos. Nem mesmo o concurso público para escrevente na polícia civil lhe serve como experiência. 
Você deve estar pensando: Mas, são essas as qualificações do filho do Presidente que foi anunciado para ser embaixador do Brasil nos EUA? Sim. Ou seja, ele não preenche qualquer requisito para o cargo, mesmo assim o Pai quer nomeá-lo.
A falta de qualificação descredencia do filho do Presidente para ser embaixador em qualquer que seja o país e, muito menos, no país mais importante do mundo e maior parceiro comercial do Brasil.
No mundo não há democracias que tratem desse modo a nomeação de embaixadores. Ao tentar isso, Bolsonaro iguala o Brasil às ditaduras da Arábia Saudita e da Coreia do Norte cujos ditadores nomearam irmãos para a embaixada dos EUA.
O senado será posto à prova e dele se espera resposta para a provocação, que é a negação da nomeação. O STF também deverá ser chamado a se posicionar e o que se espera do mesmo modo é a vedação de tal absurdo.
O Brasil não é uma dinastia. Sempre fomos respeitados pelo profissionalismo nas relações internacionais, mas Bolsonaro pretende nomear do filho para embaixador dos EUA e transformar o país numa república de bananas. Isso não somos e não podemos aceitar.

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