PEÇAS USADAS NA GUERRA DE CANUDOS FORAM QUEIMADAS DURANTE O INCÊNDIO DO MUSEU NACIONAL - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

PEÇAS USADAS NA GUERRA DE CANUDOS FORAM QUEIMADAS DURANTE O INCÊNDIO DO MUSEU NACIONAL

O meteorito do Bendegó foi encontrado em 1784 pelo menino Domingos da Motta Botelho, que pastoreava o gado em uma fazenda próxima à atual cidade de Canudos. É o maior meteorito já encontrado em solo brasileiro. No momento do seu achado, tratava-se do segundo maior meteorito do mundo. Atualmente ocupa o 16.º lugar, em tamanho. 
A julgar pela camada de 435 centímetros de oxidação sobre a qual ele repousava, e a parte perdida de sua porção inferior, calcula-se que estava no local há milhares de anos. A notícia do achado correu o mundo, chegando aos ouvidos do governador D. Rodrigues Menezes, que em 1785 ordenou o seu transporte até Salvador, pelo capitão-mor da vila de Itapicuru, Bernardo Carvalho da Cunha.


A chamada Guerra de Canudos, revolução de Canudos ou insurreição de Canudos, foi o confronto entre um movimento popular de fundo sócio-religioso e o Exército da República, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos. Grande parte dos soldados do Exército Brasileiro que exterminaram Canudos, viviam no Rio de Janeiro. Parte do armamento, da documentação e das peças de roupa desta famigerada guerra estavam no Museu Nacional.

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