A PEDRA PINTADA É UM DOS PONTOS TURÍSTICOS DE IATI, FALTA A PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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sábado, 9 de junho de 2018

A PEDRA PINTADA É UM DOS PONTOS TURÍSTICOS DE IATI, FALTA A PARTICIPAÇÃO DO PODER PÚBLICO


O Projeto Poeta Viagens e Aventura chegou no município de Iati, agreste meridional de Pernambuco. Na tarde desse sábado, 09/06, estive visitando e conhecendo a Pedra Pintada. O Projeto de tornar o Sítio Boi Branco num sítio arqueológico pelo jeito ficou apenas no sonho.  
Nem parece que o Instituto do Patrimônio Histórico Nacional - IPHAN, esteve no Sítio Boi Branco, zona rural de Iati, para reconhecer a existência de um sítio arqueológico. Esse blogueiro esteve no local, que inclusive, teve dificuldades de chegar ao local onde existe a Pedra Pintada e um grande lajeiro com várias pinturas rupestres, justamente por que não tem nada sinalizando.
No meio de uma vegetação de caatinga, pude ver in loco o quanto o lugar tem potencial turístico, mas, pelo jeito o poder público atual não tem interesse, até porque, se quer uma placa sinalizando a existência de um sítio arqueológico, não existe. Não é difícil chegar ao Sítio Boi Branco, mas, para chegar até a Pedra Pintada, não é tarefa fácil.
Às margens do curso do Rio Garanhunzinho, há vários lajeiros com muitos cactus em cima e a marca da existência do homem pré-histórico na região por todos os lados. Peguei um fim de tarde maravilhoso. O rio que passa pelas pedras que tem pinturas rupestres é temporário.
Em um dos lajeiros ainda há restos de vegetação trazida pela última cheia do Rio Garanhunzinho. Em cima das pedras, há muitos cactus, plantas nativas do sertão e uma temperatura amena. O por do sol é um espetáculo a parte. Deixa qualquer um relaxado e inspirado.
No curso do Rio Garanhunzinho há uma queda d'água interessante. Chama atenção o acabamento da grande rocha encontrada no leito do rio, graças a força da água e do vento. Recomendo que vale apena conhecer esse lugarzinho da zona rural de Iati.
São várias as pedras no Sítio Boi Branco que tem pinturas rupestres e uma coloração diferenciada, onde muitas rochas tem pigmentos de várias tonalidades. O local deveria ao menos ser sinalizado, coisa que não existe.
O entardecer de cima da Pedra Pintada é inesquecível. Fiz essa imagem do fim de tarde. O sol vai aos poucos se escondendo por trás das serras que ficam no entorno do Sítio Boi Branco.
Segundo levantamento de historiadores da região, há pelo menos 16 mil anos atrás o homem pré-histórico esteve nessa região. As pinturas nas pedras que tem o seu simbolismo e significado, marcam claramente a importância da preservação ambiental do lugar.
Numa reportagem de 2015, quando uma equipe do IPHAN esteve no Sítio Boi Branco, surgiu a ideia de se criar um Parque Municipal Arqueológico, porém, pelo que vi, está distante essa realidade, já que não existe nada que identifique que naquele sítio tenha uma preciosidade arqueológica que poderia alavancar o turismo na região.
Com poucas informações cheguei até o Sítio Boi Branco e onde está a Pedra Pintada, onde há outras pedras talhadas pelas mãos do homem primitivo.
Fiz questão de registrar o por do sol em vários ângulos, onde o embelezamento está nos raios que dividem espaço com a vegetação. O município de Iati, que no próximo mês de agosto completará 54 anos de sua emancipação, tem sua identidade de origem indígena, onde os índios Carijós e Tupiniquins foram os primeiros a chegarem na comunidade de MUCAMBU (primeiro nome de Iati) que significa CASA NOVA.
Durante minha andança pelo Sítio Boi Branco e pelo leito do Rio Garanhunzinho, um pequeno lado se formou em formato de um olho, justamente por que a água acumulada ficou coberta por uma pequena vegetação. 
Essa água é o que sobrou da última enchente do rio, como não tem por onde ela escorrer, a água acumulada sairá por evaporação (processo físico que consiste na passagem lenta e gradual de um estado líquido para um estado de vapor, em função de aumento natural ou artificial de temperatura).


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