O STF DE HOJE É O PÔNCIO PILATOS DO PASSADO - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

Ultimas!

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

DISTRIBUIDORA SÃO MARCOS - A Nº 1 DE BOM CONSELHO

DISTRIBUIDORA SÃO MARCOS - A Nº 1 DE BOM CONSELHO

sexta-feira, 26 de junho de 2020

O STF DE HOJE É O PÔNCIO PILATOS DO PASSADO

Biografia Pôncio Pilatos
O QUE DISSE PÔNCIO PILATOS NO JULGAMENTO DE JESUS
"Então Pilatos, vendo que nada aproveitava, antes o tumulto crescia, tomando água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. ... E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos."

O QUE DECRETOU O STF
Em sessão por videoconferência, o Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quarta-feira (15/04) que, além do governo federal, os governos estaduais e municipais têm poder para determinar regras de isolamento, quarentena e restrição de transporte e trânsito em rodovias em razão da epidemia do coronavírus.

A decisão do STF dando aos Estados e Municípios a autonomia para decidir sobre tudo o que se relacionasse com o combate a pandemia aconteceu em 15 de abril.

Aí você pode perguntar o que tem haver um relato bíblico com a decisão do STF, não é mesmo? 
Respondo sem "tutubiar": Tem tudo haver, mesmo em épocas diferentes.

Quando as autoridades deixam de cumprir seu papel e ficam jogando as responsabilidades para outros, imitam o comportamento de Pôncio Pilatos, "lavando as mãos" para as necessidades do povo, para a verdade, para a real justiça. O povo que se vire...

REFRESCANDO A MEMÓRIA...
1. Pôncio Pilatos, também conhecido simplesmente como Pilatos, foi governador da província romana da Judeia entre os anos 26 e 36 d.C. Na tradição cristã, conhecido por ter sido o juiz que não interveio contra os fariseus na condenação de Jesus Cristo a morrer na cruz.

2. Supremo Tribunal Federal é a mais alta instância do poder judiciário brasileiro, e acumula tanto competências típicas de uma suprema corte, ou seja, um tribunal de última instância, como de um tribunal constitucional, que seria aquele que julga questões de constitucionalidade independentemente de litígios concretos.

Nenhum comentário: