A VIAGEM DE TONHO BUZUNGA por Alexandre Tenório - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

A VIAGEM DE TONHO BUZUNGA por Alexandre Tenório


Por dentro da caverna da Pedra do Hipopotamo em Venturosa/PE
                           
                                       
COLUNA ENSAIO GERAL

A VIAGEM DE TONHO BUZUNGA


         Um grupo de atletas de nossa cidade foi convidado para jogar um torneio em Salvador capital do estado da Bahia.
         Todos os preparativos foram feitos e no dia da viagem, quando já estavam no ônibus, deram conta que estava faltando alguma coisa, foi ai que Tonho Neto e Gilmar Soldado disseram - precisamos de um sanfoneiro, logo se lembraram de Tonho Buzunga. 

Foram a casa dele e convenceram a ele ir, com o argumento que era uma viagem a Palmeira dos Índios, Tonho disse que só existia um problema, a sua sanfona estava no concerto, então eles perguntaram - quem poderia empresta o referido instrumento? Ele disse – compadre Bainha – foram na casa de Bainha no sítio – Bainha disse que não tinha problema – porém no outro dia, ou seja, no sábado, ele tinha de esta com a sanfona, pois tinha de tocar na RÁDIO PAPACAÇA.


         Entram no ônibus e a animação foi total, música, cerveja e alegria. Tonho Buzunga tocando e bebendo, e toca o ônibus, é quando Tonho diz – eu nunca pensei que Palmeira dos Índios fosse tão longe - e tome sanfona, cerveja e alegria, quando chegaram em Aracaju, Tonho já estava agoniado, pois ele sabia que não tinha como Palmeira dos Índios ser tão longe, é quando o pessoal diz a verdade. 

Tonho meio atordoado pergunta – quanto dia nós vamos passar fora? E o pessoal diz - 2 dias - ai Tonho se desesperou, pois estava com a roupa do corpo, o pessoal acalmou ele dizendo que quando chegassem a Salvador providenciariam roupa para ele, diante deste fato, ele não tinha mais o que fazer, entrou de cabeça na folia e para encurta a história, tocou tanto que os dedos incharam, teve de usar um par de munhequeira e no final algumas teclas da sanfona deixaram de funcionar. 

No sábado estava o compadre Bainha mandando um recardo pela a rádio papacaça para que Tonho Buzunga trouxesse a sanfona, pois ele estava a precisa ah ah ah. Entram no ônibus e a animação foi total, música, cerveja e alegria. Tonho Buzunga tocando e bebendo, e toca o ônibus, é quando Tonho diz – eu nunca pensei que Palmeira dos Índios fosse tão longe - e tome sanfona, cerveja e alegria, quando chegaram em Aracaju, Tonho já estava agoniado, pois ele sabia que não tinha como Palmeira dos Índios ser tão longe, é quando o pessoal diz a verdade. 

Tonho meio atordoado pergunta – quanto dia nós vamos passar fora? E o pessoal diz - 2 dias - ai Tonho se desesperou, pois estava com a roupa do corpo, o pessoal acalmou ele dizendo que quando chegassem a Salvador providenciariam roupa para ele, diante deste fato, ele não tinha mais o que fazer, entrou de cabeça na folia e para encurta a história, tocou tanto que os dedos incharam, teve de usar um par de munhequeira e no final algumas teclas da sanfona deixaram de funcionar. 

No sábado estava o compadre Bainha mandando um recardo pela a rádio papacaça para que Tonho Buzunga trouxesse a sanfona, pois ele estava a precisa ah ah ah.


ALEXANDRE TENÓRIO - HISTORIADOR

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