UM ROUBO A MÃO DESARMADA PELA COMPESA (por Alexandre Tenório - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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quarta-feira, 14 de agosto de 2019

UM ROUBO A MÃO DESARMADA PELA COMPESA (por Alexandre Tenório



COLUNA ENSAIO GERAL

UM ROUBO A MÃO DESARMADA

O que vou contar aqui parece brincadeira, mas é verdade.

Na Rua São Sebastião aqui em Bom Conselho, eu tenho um imóvel, depois que o inquilino saiu eu resolvi fecha e cortar a água - fui até a COMPESA e pedi o corte do precioso produto, paguei a taxa de corte e recebi a informação que mesmo cortada eu iria pagar por 6 meses uma taxa, ou seja, mesmo o cano de água da minha casa não estar mais conectado ao cano da rua e não ter hidrômetro eu tinha de pagar durante 6 meses por algo que não estava consumindo, tudo bem, se era assim – assim fosse. Porém o pior estava por vim.

Passados os 6 meses continuaram a chegar à conta para ser paga, fui até a COMPESA para saber o porquê de não ter parado de vim à conta, fui informado pela a funcionaria, que uma nova lei estava em vigor, que depois de cortado a água, o proprietário tinha de pagar a taxa pelo o resto da vida, se a casa ficasse 10, 20, 30 anos fechada tinha de pagar. 

O que eu estou relatando não é brincadeira é verdade. Então eu perguntei a ela em qual momento a pessoa ia deixar de pagar a tarifa de água, ela então disse que só quando a casa fosse demolida e estivesse no chão era que a pessoa entrava em contato com a COMPESA e ela mandaria um funcionário para constatar que não existia mais o imóvel, assim feito, era que, a conta deixava de se emitida. 
É necessário que os representantes do povo pernambucano os “DEPUTADOS ESTADUAIS” tomem as providências a este respeito.

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