O POÇO DA NEGA QUE VOCÊ AINDA NÃO FOI CONHECER NA DIVISA DE AL/PE - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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segunda-feira, 1 de abril de 2019

O POÇO DA NEGA QUE VOCÊ AINDA NÃO FOI CONHECER NA DIVISA DE AL/PE

O buraco da Nega, localizado na divisa de Alagoas com Pernambuco, numa outra postagem descrevi um pouco de seu surgimento. Mas, quando você sai pesquisando, ouvindo relatos de moradores da localidade, você vai aprendendo, daí, o motivo de compartilhar com os leitores desse blog.

Quando vi esses sapo escondido numa brecha das rochas graníticas nos arredores do buraco de Nega, lembrei da música de Jackson do Pandeiro que diz:
"É assim que o sapo canta na lagoa. Sua toada improvisada em dez pés. É tão gostoso morar lá na roça. Numa palhoça perto da beira do rio. Quando a chuva cai o sapo fica contente. Que até alegra a gente com o seu desafio".

Os frutos e a flor do mandacaru servem de alimento para aves e abelhas. A planta é protegida por uma grossa cutícula que bloqueia a excessiva perda de água. 

As flores são brancas e desabrocham à noite, murchando ao nascer do sol. O fruto tem cor violeta forte e polpa branca com sementes pretas minúsculas, que servem de alimentos para aves da região. É também comestível para humanos.


A vegetação de caatinga é marcada por plantas xerófilas, adaptadas ao clima seco e a pouca disponibilidade de água. Há regiões como essa da foto acima que o clima é tropical, misturando-se há vários tipos de plantas e plantações.

A fauna é representada por répteis, roedores, arara-azul, asa-branca, cutia, etc. A caatinga ocupa uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrado, único bioma exclusivamente brasileiro. Veja que na mata ciliar que fica às margens do Poço da Nega, há muita vida por todos os lado. Veja essa imagem de uma família de saguins.

Conta-se que uma das primeiras moradoras do distrito de Caldeirão de Cima, chamava-se Nega que terminou morrendo afogada dentro de um caldeirão natural que tinha uma profundidade considerável. Eis o motivo do nome desse lugar turístico.

Por essas rochas passam a água do rio Bálsamo que nasce em território pernambucano. Há perfurações nas rochas que em forma de caldeirão que vão de 01 a 02 metros de profundidade.

Os buracos nas rochas em círculo foram feitas pela força da água e rotação do vento. Isso leva milhões de anos para chegar a essa perfeição.

A água que escorre pelo poço da Nega é do rio Bálsamo que há poucos quilômetros se encontra com o rio Paraíba, já no município de Quebrangulo/AL.

Nos arredores do poço da Nega tem mata fechada e plantações de batata que por sistema de irrigação consegue-se haver uma grande produção.

Perceba por essa imagem a força da correnteza. O som da água e o verde por todos os lados nos deixa relaxado. Uma verdadeira terapia!

O sol queria sair, mas as nuvens tentavam a todo custo encobri-lo. De qualquer forma essa manifestação da natureza nos inspira, pouco importa se o cansaço físico aparece.

Quem for andar pela região serrana na linha de fronteira dos estados de AL/PE, vai encontrar paisagens como essa que fiz questão de registrar.

Vergonhosamente o sol foi indo embora sem ter muito brilhado. Fiz questão de registrar esse entardecer próximo a mata dos Mirandas.

Se tem chuva ou não, pouco importa, botar o pé na estrada é o que nos da oxigênio para continuar firme. As trilhas ecológicas que tenho participado tem sido o combustível para vencer os obstáculos. A natureza nos fascina. As belezas naturais nos propõe grandes momentos. 

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