A água que falta nas casas das pessoas sobra nos mananciais POR PIÚTA - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

A água que falta nas casas das pessoas sobra nos mananciais POR PIÚTA

A água que falta nas casas das pessoas sobra nos mananciais 
Alexandre Piúta - Escritor

A Falta de água em Bom Conselho é uma novela de péssimo enredo. O desassossego da população está nos jornais, nas rádios, nos blogs e nas redes sociais. As pessoas cobram o fornecimento do líquido essencial para o ser humano. Contudo, o que se observa é a falta de compromisso, de responsabilidade e desrespeito ao consumidor pela concessionária, a Compesa.
Água é uma concessão municipal, assim define a Lei Geral de Outorga. Portanto, não é possível que os agentes do município observem ao que acontece sem que se adotem medidas. Pois é papel do município fiscalizar e cobrar da concessionária serviço de qualidade, respeito à população e o cumprimento do contrato de concessão. 
Será que a população pode ficar por tempo indeterminado sem água potável? A resposta é não. Então, a Administração Municipal tem o dever de agir e cobrar medidas para resolver à Compesa. O que não é errado é a ausência de ação e de resposta aos reclamos da população.
O problema também é da Câmara de Vereadores, a quem cabe de defender os interesses da população. Mas, infelizmente, o que vemos são apenas dois ou três vereadores se posicionando sobre a situação. 
É ainda da esfera do Ministério Público, pois, água é um bem de interesse da coletividade e, se os gestores públicos não atuam para resolver a situação, não há como deixar de pedir socorro a quem tem a competência para a agir na defesa dos interesses difusos e coletivos. 
Do mesmo modo, é também papel da sociedade local cobrar medidas para resolver a situação. Para isso é preciso organização, seja na associação de bairro ou órgãos de classe, enfim... Ação coletiva para cobrar soluções. 
O que todos espera são medidas que coloquem um fim no permanente desrespeito às pessoas da cidade e dos distritos, ou seja, aos que pagam religiosamente suas contas, mas não recebem o serviço que deveria ser prestado. Essa é a questão que precisa ser enfrentada.  

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