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30 de maio de 2018

FAMÍLIA FAZ CAMPANHA SOLIDÁRIA EM PROL DE GAROTA DE 01 ANO DE IDADE QUE SOFRE DE ALERGIA HÁ ALIMENTOS

Ana Lis apresentou os primeiros sintomas de Alergia a Proteína do Leite de Vaca (APLV) antes
do primeiro mês de vida e ainda antes de completar 30 dias já estava internada devido desidratação. O diagnóstico veio aos 40 dias de vida e nos primeiros exames laboratoriais foi notado que ela também tinha uma ausência de Imunoglobulina A (IgA) o que faz ela ter maior facilidade de contrair infecções (ela até a data já havia tido infecção urinaria, bronquiolite, pneumonia e várias conjuntivites).
 
Com o uso de uma fórmula especial os sintomas da alergia melhoraram, porém ainda era presente e até parecia piorar, foi.quando com orientação médica retiramos o leite “in natura” que é necessário ferver de dentro de casa e passamos a utilizar apenas o leite em pó com cuidado para não contaminar.
Aos 4 meses de vida iniciamos a introdução alimentar com frutas e legumes e Ana Lis começou a apresentar reações a outros alimentos e a introdução foi adiada pq no meio dos testes ela apresentou reações anafiláticas graves. Aos 7 meses Ana Lis começou a precisar ser internada para novos testes alimentares e sempre havendo rejeições e foi dado o diagnóstico de Alergia a Múltiplas Proteínas Alimentares.
Em dezembro/17 Ana Lis necessitou de uma Endoscopia Digestiva Alta (EDA) com biópsia para verificação de Doença Eosinofílica que foi descartada, porém ela apresentou alterações que após investigação e análise do prontuário hospitalar revelaram uso de drogas compatíveis com reação alérgica e comprometimento cardíaco durante o exame que foi realizado em centro cirúrgico. O hospital não prestou esclarecimentos satisfatórios sobre o ocorrido e o caso segue em sem esclarecimento, porém em decorrência disso foi necessário realização de Ressonância Magnética e Eletroencefalograma que a levaram ao uso de anticonvulsivante temporariamente.
Após o resultado do exame houve mais um internamento, dessa vez mais “insistente” e ela saiu do hospital aceitando alguns alimentos, com a recomendação de novos testes em casa e vários remédios para controlar os sintomas gástricos, porém com o passar dos dias ela começou a apresentar reações e necessitamos recomeçar todo processo, retirando os alimentos para oferecer um alimento por vez e é nesse estágio que nos encontramos.
Atualmente Ana Lis come, de forma segura, banana, melancia, biscoito de arroz e um pão limpo de leite. No mês passado ela usou 18 latas da fórmula especial, sendo que a prefeitura está disponibilizando 8 (que é o compatível com a idade dela para uma criança que se alimenta).
por Assessoria




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